Letícia Mourad recebe Medalha Ruth Cardoso

Supervisora do programa Trabalho Decente é homenageada por luta em defesa dos direitos da mulher

A noite da última quarta-feira foi marcada pela entrega da Medalha Ruth Cardoso. A honraria, concedida a pessoas físicas ou jurídicas que se destacaram na luta pelos direitos da mulher, foi entregue à supervisora do Trabalho Decente, Letícia Mourad, e à procuradora Margarete Pedroso.

Criada em 2008, a homenagem foi idealizada pelo Conselho Estadual da Condição Feminina do Estado de São Paulo, órgão institucional com a missão de elaborar políticas públicas destinadas a eliminar a discriminação sofrida pelo segmento feminino da população.

A presidente do Conselho, Rosmary Corrêa, abriu a cerimônia com palavras sobre Ruth Cardoso, que dá nome à honraria. “Mesmo na posição de primeira-dama, nunca deixou de atuar em causas sociais. É justíssimo que ela seja homenageada dando nome à medalha”, disse a presidente.

“A Drª Ruth era uma grande mulher e não precisava ser primeira-dama para comprovar isso”, disse a coordenadora do Programa Estadual do Adolescente, Drª Albertina Duarte. “Ela me fazer ter muito orgulho de atuar como coordenadora neste Estado”, completou.

Antes da entrega das medalhas, foi apresentado um vídeo com uma parte da história de Ruth Cardoso, esposa do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Em seu discurso, Letícia fez agradecimentos e dedicou a medalha ao público feminino. “Agradeço à minha mãe e familiares que me acompanham. À minha avó, que está aqui. Aos secretários José Luiz Ribeiro e Eufrozino Pereira, ao chefe de Gabinete, Luciano Lourenço, ao meu coordenador, Pedro Nepomuceno, à minha equipe e a todas do Conselho da Condição Feminina”, disse.

“Temos muitas mulheres em condições de alto risco. Não podemos deixar que mulheres morram apenas por serem mulheres. É por essas e tantas outras que estudei e dedico esta medalha”, completou Letícia.

“Quero agradecer principalmente à minha família. É uma grande honra receber essa medalha. A Drª Ruth Cardoso não foi coadjuvante. Sempre foi protagonista no papel social”, disse Margarete, também contemplada.